Uma crise de ciúmes terminou com uma mulher presa em flagrante nessa segunda-feira (25), no bairro do Santa Lúcia, na parte alta de Maceió. A acusada invadiu o local de trabalho do ex-marido, e proferiu ameaças de morte, incluindo a frase “vou beber o seu sangue”. Além disso, ela o teria agredido fisicamente com mordidas,…
Uma crise de ciúmes terminou com uma mulher presa em flagrante nessa segunda-feira (25), no bairro do Santa Lúcia, na parte alta de Maceió. A acusada invadiu o local de trabalho do ex-marido, e proferiu ameaças de morte, incluindo a frase “vou beber o seu sangue”. Além disso, ela o teria agredido fisicamente com mordidas, unhadas e tapas antes de ser contida por militares.
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Ataque motivado por ciúmes
A guarnição pertencente à 5ª Companhia de Polícia Militar Independente (5ª CPM/I), foi acionada para averiguar a confusão e a agressão. Ao chegarem ao endereço, os policiais depararam-se com o ex-casal no meio da discussão.
Em depoimento à polícia, o homem de 33 anos relatou que está separado da suspeita há cerca de um mês. Ele explicou que estava trabalhando quando ela chegou ao local de forma extremamente agressiva para confrontá-lo, motivada por ciúmes em razão de supostos relacionamentos que ele teria iniciado após o término.
O homem apresentou marcas de arranhões e mordidas, alegando que apenas tentou segurar as mãos da agressora para se defender das lesões.
Prisão em flagrante
Questionada pelos policiais militares, a acusada apresentou outra versão. Ela confirmou que foi até o estabelecimento com a intenção de conversar sobre a separação, mas alegou que houve um desentendimento mútuo que evoluiu para uma troca de agressões físicas de ambas as partes.
Diante do cenário e das marcas visíveis de agressão no homem, os policiais conduziram os dois envolvidos para a Central de Flagrantes, na capital alagoana. O delegado de plantão analisou as versões, descartou a legítima defesa da mulher e lavrou o Auto de Prisão em Flagrante em desfavor da acusada pelo crime de lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica.
Ela permaneceu reclusa e à disposição da Justiça alagoana.


