A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na disputa presidencial, contou com o apoio de empresários e políticos de direita para deixar o Brasil e chegar aos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, os investigadores buscam identificar os proprietários dos carros e das aeronaves utilizados no deslocamento.
A apuração considera a possibilidade de solicitar a quebra de sigilos telefônicos e telemáticos para esclarecer como a viagem foi organizada. Flávio teria seguido inicialmente para a fronteira entre Brasil e Argentina, de onde embarcou em uma aeronave que fez uma parada para reabastecimento no Equador antes de continuar rumo aos Estados Unidos.
De acordo com relatos obtidos pela CNN, o suposto plano teria o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, do ex-deputado Eduardo Bolsonaro e do advogado e empresário Willer Tomaz. A PF já monitorava uma possível saída do senador do país antes mesmo da divulgação do resultado do segundo turno, realizado no domingo (25).
Outro ponto investigado envolve recursos destinados a fundos no exterior, que, segundo a apuração, poderiam ter origem na arrecadação do filme Dark Horse. Após o resultado eleitoral, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas envolvendo o passaporte de Flávio e sua comunicação com Willer Tomaz. Até o momento, as suspeitas relatadas não representam comprovação de crime por parte dos citados.
Deixar a manchete mais cautelosaReforçar o caráter preliminar da investigação
A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na disputa presidencial, contou com o apoio de empresários e políticos de direita para deixar o Brasil e chegar aos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, os investigadores buscam identificar os proprietários dos carros e das aeronaves utilizados no deslocamento.
A apuração considera a possibilidade de solicitar a quebra de sigilos telefônicos e telemáticos para esclarecer como a viagem foi organizada. Flávio teria seguido inicialmente para a fronteira entre Brasil e Argentina, de onde embarcou em uma aeronave que fez uma parada para reabastecimento no Equador antes de continuar rumo aos Estados Unidos.
De acordo com relatos obtidos pela CNN, o suposto plano teria o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, do ex-deputado Eduardo Bolsonaro e do advogado e empresário Willer Tomaz. A PF já monitorava uma possível saída do senador do país antes mesmo da divulgação do resultado do segundo turno, realizado no domingo (25).
Outro ponto investigado envolve recursos destinados a fundos no exterior, que, segundo a apuração, poderiam ter origem na arrecadação do filme Dark Horse. Após o resultado eleitoral, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas envolvendo o passaporte de Flávio e sua comunicação com Willer Tomaz. Até o momento, as suspeitas relatadas não representam comprovação de crime por parte dos citados.


