No cenário que simula uma disputa entre Lula e Flávio, há um empate técnico, com leve vantagem para o senador, que aparece com 47,8% das intenções de voto, contra 47,5% do petista. Nesse caso, 4,7% dos entrevistados afirmam que votariam em branco, nulo ou ainda não sabem em quem votar, dentro de uma margem de erro de um ponto percentual.
Em um confronto diferente, desta vez entre Lula e Zema, o atual presidente surge numericamente à frente, com 47,4% das intenções de voto, enquanto o ex-governador registra 46,5%. Já os eleitores indecisos ou que optariam por branco ou nulo somam 6,1%.
Quando o adversário é o ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo em condição de inelegibilidade e prisão domiciliar, o cenário também se mostra equilibrado. Lula aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 46,8%. Nesse caso, 5,2% dos entrevistados não escolheriam nenhum dos candidatos ou ainda não sabem.
Em uma simulação contra o ex-governador de Goiás, Caiado, Lula amplia um pouco mais sua vantagem. O petista soma 46,8%, enquanto o adversário registra 42,2%. O percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo é mais elevado, chegando a 11%.
Já no cenário em que enfrenta Renan Santos, Lula apresenta sua maior vantagem entre os testados. Ele aparece com 47,1% das intenções de voto, contra 29,5% do adversário. Nesse caso, o número de indecisos ou votos em branco e nulo também é alto, atingindo 23,5%.
A pesquisa foi realizada com 5.008 entrevistados, recrutados de forma digital e aleatória pelo método Atlas RDR, entre os dias 22 e 27 de abril. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi financiado pelo próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07992/2026.


