Um levantamento divulgado pela imprensa identificou empresas ativas registradas em nome de ministros do Supremo Tribunal Federal e de parentes diretos, como cônjuges e filhos. De acordo com a apuração, a ministra Cármen Lúcia foi a única integrante da Corte que não apareceu na lista — nem como sócia, nem com familiares diretos identificados como participantes de sociedades empresariais nas bases de dados consultadas.
A reportagem destaca que a participação societária de magistrados não é, por si só, proibida pela legislação. No entanto, ressalta que a existência de vínculos empresariais pode suscitar discussões sobre eventuais conflitos de interesse e a necessidade de transparência, especialmente quando há relação entre as atividades das empresas e processos analisados pela Corte.
O tema reacende o debate sobre governança, ética e mecanismos de controle aplicáveis a membros do Judiciário.


