domingo, agosto 31, 2025
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Alagoas volta a registrar a menor taxa de desemprego da história, diz IBGE

A taxa de desemprego em Alagoas recuou para 7,5% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano, alcançando o menor índice desde o início da série histórica, em 2012, segundo dados divulgados nessa sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma queda de 1,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

O estado já havia registrado um marco importante em 2024, quando encerrou o ano com 7,6% de desocupação, até então a menor taxa da história. Para efeito de comparação, em 2012, início da pesquisa, o desemprego estava em 11,4% e chegou a 19,4% durante a pandemia de Covid-19, o maior patamar já registrado.

No início da gestão de Paulo Dantas, em 2022, o índice de desemprego era de 12%. A diferença para os atuais 7,5% revela uma redução expressiva de 4,5 pontos percentuais. Para a secretária de Estado do Trabalho, Cláudia Balbino, o avanço reflete políticas públicas voltadas para a geração de emprego e renda.

Segundo ela, programas como o Emprega Mais Alagoas, que já capacitou mais de dois mil trabalhadores, são determinantes para ampliar as oportunidades no mercado e melhorar a renda da população. “Seguimos as diretrizes do governador Paulo Dantas para que Alagoas continue avançando também na geração de emprego e renda”, destacou a secretária.

O impacto positivo de Alagoas também se refletiu no cenário nacional. O Brasil registrou no segundo trimestre de 2025 a menor taxa de desemprego da história, com 5,8%. O índice superou a marca de novembro de 2024, que havia sido de 6,1%.

No comparativo recente, o país tinha registrado 7% no primeiro trimestre de 2025 e 6,9% no mesmo período de 2024, mostrando uma trajetória consistente de queda no desemprego.

Ocupação

No segundo trimestre de 2025, o mercado de trabalho em Alagoas somou 1,2 milhão de pessoas ocupadas, segundo dados do IBGE. O número representa crescimento de 0,9% em relação ao mesmo período de 2024 e de 2,6% quando comparado ao primeiro trimestre deste ano, que registrava 1,1 milhão de trabalhadores. O instituto considera parte da força de trabalho todos os indivíduos com 14 anos ou mais que estejam em condições de produzir bens ou serviços.

O levantamento também revelou que o estado alcançou o segundo maior percentual de trabalhadores com carteira assinada do Nordeste, atingindo 63,1%. O Rio Grande do Norte aparece na liderança regional, com 71%, enquanto o Maranhão ocupa a última posição no ranking, tanto da região quanto do país, com apenas 53,1%.

Rendimento médio

De acordo com a pesquisa do IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em Alagoas alcançou R$ 2.530 no segundo trimestre de 2025. O valor representa um crescimento de 13,4% em comparação com o mesmo período de 2024, quando a média registrada foi de R$ 2.231.

A massa de rendimento real habitual, que corresponde à soma total das rendas de todos os trabalhadores, também apresentou avanço. No segundo trimestre deste ano, o montante chegou a R$ 3,03 bilhões, o que equivale a um aumento de 14,5% em relação aos R$ 2,6 bilhões contabilizados no mesmo período do ano passado.

Fonte: Política Alagoana

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