Após quatro décadas dedicadas à magistratura, o desembargador Klever Rego Loureiro encerrou sua atuação no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL). A aposentadoria foi publicada nessa quarta-feira (4) pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), oficializando sua saída da Corte Eleitoral, onde também exerceu os cargos de vice-presidente e corregedor regional eleitoral.
O anúncio da despedida ocorreu durante sessão do Pleno, realizada em 22 de outubro. Na ocasião, Klever Loureiro comunicou aos demais integrantes do Tribunal que estava encerrando sua trajetória na magistratura e recebeu homenagens e manifestações de reconhecimento pela contribuição prestada ao Poder Judiciário e à Justiça Eleitoral.
Durante sua manifestação, o desembargador relembrou a convivência com os colegas e destacou o aprendizado proporcionado ao longo dos anos, especialmente em um período marcado por importantes avanços tecnológicos e mudanças no processo eleitoral. “Saio deixando o registro de que foi uma satisfação imensa trabalhar com todos os pares aqui presentes, e também uma satisfação aprender com vocês”, declarou.
Em reconhecimento à sua trajetória, o desembargador eleitoral Rodrigo Prata também destacou a importância dos 40 anos de serviços prestados por Klever Loureiro à magistratura. Segundo ele, a aposentadoria representa o início de uma nova etapa, sem apagar o legado construído ao longo da carreira. “Depois de 40 anos dedicados à magistratura, a aposentadoria não representa o desaparecimento daquilo que foi construído, representa a chegada de uma nova etapa, levando consigo a experiência acumulada, a memória dos desafios superados e a satisfação pelas missões cumpridas”, afirmou.
Ao longo de sua passagem pela Justiça Eleitoral alagoana, Klever Loureiro também esteve à frente da presidência do TRE/AL, período em que contribuiu para a implantação de projetos voltados à aproximação da instituição com a sociedade. Entre as iniciativas, destacam-se ações direcionadas a populações historicamente minorizadas, como indígenas, ciganos e quilombolas, além de pessoas com deficiência e cidadãos em situação de rua.
Com sua aposentadoria, o desembargador conclui um ciclo de quatro décadas no Judiciário, deixando sua contribuição para o fortalecimento da Justiça Eleitoral e para a ampliação do acesso de diferentes segmentos da população aos serviços e à cidadania.


