A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu, nesta quarta-feira, 4, a ex-gerente de uma academia no bairro da Ponta Verde, acusada de envolvimento direto no espancamento e morte da gata comunitária “Camila Regina”. A suspeita, que estava foragida desde a expedição do mandado de prisão preventiva pela Justiça, foi localizada e capturada por agentes no…
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu, nesta quarta-feira, 4, a ex-gerente de uma academia no bairro da Ponta Verde, acusada de envolvimento direto no espancamento e morte da gata comunitária “Camila Regina”. A suspeita, que estava foragida desde a expedição do mandado de prisão preventiva pela Justiça, foi localizada e capturada por agentes no município da Barra de São Miguel, no Litoral Sul alagoano. A confirmação da prisão foi divulgada pelo deputado estadual Delegado Leonam em suas redes sociais.
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Durante a mesma operação, a irmã da ex-gerente — identificada em gravações no momento da agressão — também acabou conduzida para prestar depoimento na Delegacia de Crimes Ambientais e Proteção Animal (DCAPA), na capital alagoana. Com a localização dos alvos, o deputado destacou o encerramento dos trabalhos de investigação: “Com essa prisão e a condução da terceira pessoa identificada nas imagens, o inquérito é concluído”.

Crueldade gravada por câmeras e prisão de comparsa
O crime ocorreu em 29 de agosto de 2026 na área nobre de Maceió, e provocou intensa comoção popular. Imagens de segurança do estabelecimento registraram o momento em que os suspeitos agrediram o animal a chutes e com requintes de crueldade. Devido à gravidade das lesões sofridas, a gata não resistiu e morreu.
Além da mulher, o outro ex-funcionário envolvido nas agressões, já havia sido capturado no último sábado (31). Após fugir da capital para se esconder no interior do estado, ele foi localizado no município de Major Izidoro por equipes da 3ª Delegacia Regional de Polícia (3ª DRP) de Batalha, sob coordenação do delegado Caio Abner, em apoio operacional à DCAPA.
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Com o cumprimento dos mandados judiciais, a ex-gerente e o comparsa permanecem à disposição do Poder Judiciário e responderão pelo crime de maus-tratos a animais com resultado morte.




