Uma mulher morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo dentro de uma residência, na noite deste sábado (31), no município de Estrela de Alagoas, no Agreste alagoano. Um homem apontado por familiares como autor do crime chegou a ser detido pela Polícia Militar, mas acabou liberado após a Polícia Civil avaliar que…
Uma mulher morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo dentro de uma residência, na noite deste sábado (31), no município de Estrela de Alagoas, no Agreste alagoano. Um homem apontado por familiares como autor do crime chegou a ser detido pela Polícia Militar, mas acabou liberado após a Polícia Civil avaliar que não havia provas suficientes para autuá-lo em flagrante por feminicídio.
O caso foi registrado por volta das 22h35, no Centro da cidade, após moradores relatarem ter ouvido vários tiros no bairro Rabo da Gata. Inicialmente, a Polícia Militar recebeu informações sobre uma possível situação de violência doméstica na região. Em seguida, o Centro de Operações da PM (Copom) informou que uma vítima de disparos de arma de fogo havia dado entrada no posto de saúde local.
Ao chegarem à unidade, os policiais encontraram profissionais de saúde que aguardavam acompanhamento para se deslocar até o endereço onde a mulher estaria. Os militares acompanharam a equipe médica e, ao chegarem à residência indicada, encontraram a vítima já sem vida.
No local, familiares apontaram um homem como responsável pelo crime. Ele foi detido pelos policiais. Segundo a PM, o suspeito havia sido abordado pouco antes em um bar no Centro de Estrela de Alagoas, mas nenhum material ilícito foi encontrado com ele naquela ocasião.
Os policiais também fizeram buscas pela proprietária da residência, que, segundo familiares, teria chamado a vítima até o imóvel. Ela não foi localizada.
O suspeito consentiu em realizar um exame residuográfico, utilizado para identificar possíveis vestígios de disparo de arma de fogo. O delegado responsável pela investigação de homicídios compareceu ao local e, diante da ausência de elementos suficientes para uma prisão em flagrante, determinou a liberação das partes.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil e é tratado como feminicídio. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a motivação do crime nem sobre a relação entre a vítima e o homem apontado pelos familiares.


